| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Tyranni |
| Infraordem: | Tyrannides |
| Wetmore & Miller, 1926 | |
| Parvordem: | Tyrannida |
| Família: | Tityridae |
| Gray, 1840 | |
| Subfamília: | Tityrinae |
| Gray, 1840 | |
| Espécie: | T. semifasciata |
O Anambé-branco-de-máscara-negra é uma ave Passeriforme da família Tityridae. Também conhecido como araponguinha-de-rabo-cintado.
Seu nome significa: de Tityrus = nome de um rústico pastor de ovelhas citado por Vigilio nas Éclogas; na mitologia romana, o nome Tityri era dado aos Sátiros de Pan e Baco que tinham comportamento barulhento e agressivo; e do (latim) semi = pequeno, metade, meio; e fasciatus, fascia = com faixa, com banda, banda. ⇒ Pequena (ave) com banda, barulhenta e agressiva.
Espécie semelhante ao anambé-branco-de-rabo-preto. A principal diferença é a máscara negra que lhe confere o nome, além de uma larga faixa negra anteapical. A fêmea é bem parecida com o macho, exceto pela cabeça na cor pardacenta.
Fazem o ninho, com muito material seco, dentro de buracos em árvores. Também nidificam em ocos de pica-paus abandonados e em buracos no topo de palmeiras mortas. A fêmea pode criar de três a cinco filhotes.
Ocorre na Amazônia meridional até o centro do Mato Grosso, norte do Maranhão, Tocantins e Oeste do Piauí. Fora do Brasil, distribui-se até o México.